Quebramar Dive in Antarctica 2010-Miguel Lacerda o primeiro português a submergir na Antárctida |
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2010/01/19
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Miguel Lacerda, após o sucesso do seu último livro “Cascais Atlântico – flora e fauna marinha” pelo qual alcançou a Medalha de “Mérito de Defesa do Meio Ambiente 2009”, prepara-se agora para rumar à Antárctida onde vai submergir junto aos glaciares do inóspito sexto continente.
É já no dia 2 de Fevereiro que Miguel Lacerda vai participar na expedição “Quebramar Dive in Antárctica”, onde espera conseguir recolher material para o seu quinto livro. Uma obra vista de um prisma fora do comum, onde a beleza glaciar se vai fundir com o mundo subaquático e onde o exotismo e passividade das espécies marinhas ali existentes contrastam com a acção nefasta e irresponsável do ser humano. “Quebramar Dive in Antárctica” é também uma grande aposta da marca portuguesa Quebramar, onde está bem patente a sua autenticidade e seu DNA para com o mundo náutico. Mostrando mais uma vez o seu espírito empreendedor e inovador a Quebramar vem desta forma criar melhores meios e condições para que Miguel Lacerda possa cumprir com êxito todos os seus objectivos, nesta arrojada e difícil tarefa. É no entanto o submergir nas águas geladas da Antárctida e toda a complexidade dessa experiência onde reside a originalidade desta expedição.
Segundo Miguel Lacerda, “Muitos portugueses já passaram pela Antárctida, mas infelizmente pouco ou nada se sabe do que por lá fizeram ou viram. A Antárctida é para mim mais do que um simples continente, é seguramente a maior reserva mundial, a mais rica em recursos marinhos e uma das maiores potências no equilíbrio da natureza. Um continente coberto de glaciares milenares que caracterizam toda a história do nosso planeta e que transparecem todas as atrocidades indolentes do ser humano para com o meio ambiente.
São precisamente estes aspectos, associados a uma enorme curiosidade e à vontade de submergir num local com características tão distintas, que me alimentam uma expectativa desmedida de visitar a Antárctida e faz-me acreditar que esta experiência se transformará num banho de conhecimentos.”
Não é importante para mim ser o primeiro português a submergir na Antárctida, mas sim trazer aos portugueses este continente de uma forma fascinante, elucidativa, e que os consiga sensibilizar e alertar para os actos irresponsáveis do dia a dia.”
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