Satélite – Nauticapress https://www.nauticapress.com revista on-line Mon, 24 Mar 2025 10:50:13 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.3 GOST revoluciona novamente a segurança marítima com grande aposta na Inteligência Artificial https://www.nauticapress.com/gost-revoluciona-novamente-a-seguranca-maritima-com-grande-aposta-na-inteligencia-artificial/ https://www.nauticapress.com/gost-revoluciona-novamente-a-seguranca-maritima-com-grande-aposta-na-inteligencia-artificial/#respond Mon, 24 Mar 2025 10:50:13 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000033848 A GOST® (Global Ocean Security Technologies), especializada em segurança marítima, rastreamento por satélite, monitorização e videovigilância, anunciou recentemente uma revolução na segurança marítima com o lançamento da plataforma de segurança GOST Specter Ai.

A plataforma GOST Specter Ai utiliza tecnologia de inteligência artificial de ponta para oferecer reconhecimento facial avançado, identificação de objetos através de machine learning, rastreamento por GPS, monitorização de dados CAN bus e visualização remota de dados do sistema e transmissões de vídeo em tempo real. Estas funcionalidades permitem que os proprietários de embarcações detetem ameaças de forma proativa, monitorizem sistemas críticos a bordo e acedam a informações situacionais em tempo real a partir de qualquer parte do mundo.

Compatível com os sistemas GOST XVR existentes e com a maioria das redes de câmaras IP de terceiros a bordo, o Specter Ai é impulsionado pela Unidade Central de Inteligência (CIU) GOST Specter, que se integra perfeitamente com o hardware já instalado. Além disso, os clientes que adquirirem sistemas de segurança GOST Specter Ai juntamente com determinados serviços de dados via satélite poderão beneficiar de planos de serviço com desconto e, potencialmente, de reduções nos prémios de seguro.

Há quase duas décadas, temos vindo a desenvolver soluções de segurança inovadoras”, afirmou Brian Kane, CTO da GOST. “Com os rápidos avanços na inteligência artificial e na tecnologia via satélite, integrar estas inovações garante que um sistema de segurança GOST continua a ser uma das soluções mais fiáveis e completas disponíveis no mercado.

O GOST Specter Ai já está disponível através de instaladores certificados de eletrónica marítima e é de fácil instalação. A unidade CIU, de configuração simples e intuitiva, pode ser configurada através da aplicação GOST Specter Ai (já disponível nas respetivas lojas de aplicações). O sistema pode ser programado para reconhecer “pessoas conhecidas”, enquanto qualquer pessoa não identificada captada pelas câmaras a bordo acionará um alerta imediato.

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Lançamento em órbita do Satélite Meteorológico do Ártico e do Φsat-2 https://www.nauticapress.com/lancamento-em-orbita-do-satelite-meteorologico-do-artico-e-do-%cf%86sat-2/ https://www.nauticapress.com/lancamento-em-orbita-do-satelite-meteorologico-do-artico-e-do-%cf%86sat-2/#respond Sat, 17 Aug 2024 08:16:21 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000031603 O Satélite Meteorológico do Ártico e o satélite Φsat-2 da Agência Espacial Europeia (ESA) descolaram às 20h56 CEST (11h56 hora local) do dia 15 de agosto, num foguetão Falcon 9 da Base da Força Espacial de Vandenberg, Califórnia, EUA.

Às 21:50 CEST, o Φsat-2 separou-se do foguetão e às 23:47 CEST, a estação de Esvalbarda (Svalbard) na Noruega recebeu um importante sinal a indicar que o Φsat-2 está agora seguro em órbita.

O Satélite Meteorológico do Ártico separou-se do foguetão às 23:30 CEST do dia 16 de agosto, e às 03:06 CEST do dia 17 de agosto, o sinal que indicava que o Satélite Meteorológico do Ártico estava em boas condições foi captado pela estação terrestre KSAT em Esvalbarda, Noruega.

A Diretora dos Programas de Observação da Terra da ESA, Simonetta Cheli, declarou: “O lançamento de duas missões inovadoras da ESA representa um marco importante no dia de hoje.
“O pioneiro Satélite Meteorológico do Ártico irá demonstrar como a disponibilidade de dados mais frequentes pode melhorar as previsões meteorológicas para a região do Ártico, onde a escassez dos mesmos tem sido um desafio há muito tempo. Esta missão é uma prova do nosso empenho em fazer progredir a tecnologia espacial de forma rápida e eficiente, tendo passado da adjudicação do contrato à conclusão do mesmo em apenas 36 meses.

“Também estamos muito entusiasmados com o lançamento do satélite Φsat-2, que irá demonstrar o poder transformador da inteligência artificial (IA) na observação da Terra. Esta missão prenuncia uma nova era de informações acionáveis a partir do espaço, prometendo formas mais inteligentes e eficientes de monitorizar o nosso planeta“.

Acerca do Satélite Meteorológico do Ártico da ESA
O Satélite Meteorológico do Ártico da ESA é um protótipo cuja missão visa melhorar as previsões meteorológicas no Ártico, uma região que atualmente não dispõe de dados para previsões precisas a curto prazo.
O satélite irá contar com o apoio dos satélites de monitorização do Ártico já existentes e oferecerá previsões meteorológicas precisas e a curto prazo para a região ártica.
Está dotado de um radiómetro de micro-ondas de varrimento transversal de 19 canais que permitirá obter sondagens de alta resolução da humidade e da temperatura da atmosfera em todas as condições climatéricas.
O Satélite Meteorológico do Ártico é o precursor de uma potencial constelação de satélites, denominada EPS-Sterna, que a ESA vai construir para a Eumetsat se o primeiro protótipo do Satélite Meteorológico do Ártico demonstrar um bom desempenho.
Esta constelação forneceria um fluxo praticamente constante de dados de temperatura e humidade de qualquer localização na Terra. Isto tornaria possível, pela primeira vez, a previsão meteorológica a muito curto prazo, ou “nowcasting”, no Ártico.
A missão do Satélite Meteorológico do Ártico irá apoiar a investigação sobre as alterações climáticas. As alterações climáticas estão a ocorrer a um ritmo mais rápido no Ártico do que noutras partes do mundo e estas rápidas alterações estão a afetar o sistema terrestre no seu conjunto.
O Satélite Meteorológico do Ártico, que adota o conceito de “New Space”, foi desenvolvido e construído num prazo muito apertado, com a OHB Sweden a liderar o consórcio industrial.

Acerca do Φsat-2
O Φsat-2, pronunciado phisat-2, é um “cubeSat” que irá mostrar como diferentes tecnologias de inteligência artificial podem fazer avançar a inovadora observação da Terra.
Com apenas 22 x 10 x 33 cm, este satélite em miniatura está equipado com uma câmara multiespectral de última geração e um potente computador com IA que analisa e processa as imagens em órbita.
Com seis aplicações de IA a bordo, o satélite foi projetado para transformar imagens em mapas, detetar nuvens nas imagens, classificá-las e fornecer informações sobre a distribuição das mesmas, detetar e classificar navios, comprimir imagens a bordo e reconstruí-las em terra, reduzindo o tempo de download, identificar anomalias nos ecossistemas marinhos e detetar incêndios florestais.
O satélite Φsat-2 dará início a uma nova era de informações acionáveis a partir do espaço para demonstrar a capacidade de implementar diferentes aplicações e funções de IA, tudo isto em órbita.
Permite igualmente o desenvolvimento, a instalação e o funcionamento de aplicações de IA personalizadas no satélite, mesmo quando este se encontra em órbita. Isto permite ao Φsat-2 adaptar-se à evolução das necessidades, maximizando o seu valor para cientistas, empresas e governos.
O satélite Φsat-2 é um esforço de colaboração, com a Open Cosmos como contratador principal, apoiado por um consórcio industrial que inclui a CGI, Simera, Ubotica, CEiiA, GEO-K e KP-Labs. Fonte:ESA

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ISQ testa segundo satélite português https://www.nauticapress.com/isq-testa-segundo-satelite-portugues/ https://www.nauticapress.com/isq-testa-segundo-satelite-portugues/#respond Mon, 04 Mar 2024 10:01:57 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000030555 Depois do PoSAT-1, lançado em 1993, Portugal voltará a deixar a sua pegada espacial com o Aeros. Este novo satélite tem como missão estudar os oceanos. Será transportado por um Falcon 9 da SpaceX dentro de alguns dias e foi testado nas instalações do Grupo ISQ, em Castelo Branco, no Laboratório de Ensaios Especiais, onde foi realizada uma campanha de testes ambientais.

O Aeros está classificado como um nanossatélite. Pesa 4,5 kg, tem um corpo de 30 cm de comprimento e 50 cm de largura.Este satélite teve um investimento de 2,78 milhões de euros e orbitará a 510 km de altitude e à velocidade de 7 km|segundo. Dará uma volta à Terra a cada 90 minutos. O objetivo será estudar os oceanos e enviar as imagens recolhidas para um centro de operações instalado na ilha de Santa Maria e tratadas em Matosinhos.

Mais de 50% dos satélites comerciais do mundo são colocados em órbita a partir do Centro Espacial Europeu, na Guiana Francesa, e é precisamente aí que o ISQ tem um dos seus mais longos projetos internacionais. Hoje conta com uma equipa permanente de sete pessoas na delegação da Guina Francesa e tem vindo a ganhar experiência com iniciativas relacionadas com o desenvolvimento de micro-lançadores e com o AIR – Açores. O ISQ está a utilizar a infraestrutura presente na Guiana Francesa no âmbito de um projeto de desenvolvimento de tecnologia para a Agência Espacial Europeia e a trabalhar com entidades industriais presentes no desenvolvimento de tecnologia de realidade aumentada para a definição de atividades de inspeção. De resto, é a única entidade portuguesa presente em permanência no Spaceport de Kouru. O ISQ destaca-se na área da qualidade e segurança dos três sistemas de lançamento aqui presentes: o Ariane 5, o Soyuz e o VEJA.

Na área espacial, destacam-se dois microlançadores: caso do Viriato e do Caravela que contribuem para o desenvolvimento de tecnologia de propulsão para um possível lançador orbital português. Aqui o ISQ é responsável pela definição e verificação dos processos de gestão de qualidade e segurança, adequados à realidade dos microlançadores.

Outro exemplo é o Space Rider, um veículo não tripulado, uma excelente alternativa à estacão espacial internacional para execução de atividades laboratoriais no espaço. Espera-se que as experiências neste laboratório orbital acelerem o desenvolvimento de novos materiais e tecnologias. O Space Rider vai realizar experiências no domínio da física, biologia, farmacêutica, medicina e ciências espaciais. O ISQ iniciou a sua participação neste projeto há uma década quando estava a ser desenvolvido o protótipo que deu origem ao Sapce Rider, o IXV (Intermediate eXperimental Vehicle).

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INTELLIAN lança nova antena i5P https://www.nauticapress.com/intellian-lanca-nova-antena-i5p/ https://www.nauticapress.com/intellian-lanca-nova-antena-i5p/#respond Tue, 14 Feb 2017 08:37:20 +0000 http://www.nauticapress.com/?p=1000000014888 i5_Set_1000pxA Intellian anunciou o lançamento da nova Intellian i5P, com prato de 53,5 cm. Trata-se de uma antena marítima de TV por satélite, que foi especialmente concebida para as regiões da Europa, África e América Latina.
A i5P foi uma significativa aposta para a linha de produtos i-Series TVRO da Intellian, criando-se uma nova categoria de tamanho para sistemas marítimos de televisão por satélite.
Serve para embarcações a partir dos 15m que naveguem já em alto mar ou por exemplo, à volta da Península Ibérica e Mediterrâneo e travessias como navegação na zona da Península, Madeira, Açores, Canárias etc.
O diâmetro de radoma da i5P é de 61 cm (24 “) e proporciona uma cobertura alargada em tamanho compacto, e com o importante argumento de um preço bem mais convidativo que as tradicionais antenas de 60cm, de qualquer marca.
O EIRP é de 47dBW, sendo este o elemento técnico que define a boa captação de sinal pelo prato da antena. Pesa 17,3Kg. Comercialização: Nautel

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A Patrulha do Iceberg obtem atualizações rápidas a partir de órbita https://www.nauticapress.com/a-patrulha-do-iceberg-obtem-atualizacoes-rapidas-a-partir-de-orbita/ https://www.nauticapress.com/a-patrulha-do-iceberg-obtem-atualizacoes-rapidas-a-partir-de-orbita/#respond Mon, 14 Nov 2016 08:21:52 +0000 http://www.nauticapress.com/?p=1000000014257 O serviço internacional de patrulha de icebergs criado após o naufrágio do Titanic é agora capaz de rastrear gelo à deriva a partir de órbita mais rapidamente, através da computação em nuvem apoiada pela ESA.
Os icebergs que flutuam em linhas marítimas transatlânticas separam-se tipicamente da camada de gelo da Gronelândia antes de serem transportados para a Baía de Baffin. A partir daí, geralmente tornam-se ancorados ou continuam para sul. A maioria é gradualmente derretida, mas alguns podem perigosamente persistir mais a sul.
A 15 de abril de 1912, o iceberg mais infame da história colidiu com o Titanic logo ao sul da cauda dos Grandes Bancos de Newfoundland. A perda de vidas foi enorme, com mais de 1500 passageiros e tripulantes perecendo.

Proa do RMS Titanic. Copyright Wikipedia

Proa do RMS Titanic. Copyright Wikipedia

O desastre levou as nações marítimas a estabelecer uma patrulha de icebergs pelo Atlântico Norte que continua até hoje. Desde 1913, a Guarda Costeira dos Estados Unidos controla a Patrulha Internacional do Gelo, e nenhum navio que preste atenção ao limite de icebergs publicado colidiu com um iceberg nesse período.
Durante a temporada de gelo de Janeiro a Julho, as aeronaves fazem voos de reconhecimento regulares, acrescendo à quantidade de imagens de radar dos satélites Sentinel-1A e -1B da Europa.
A Patrulha utiliza avistamentos aéreos e de navios para alimentar um banco de dados sobre icebergs para publicar avisos diários para marinheiros.
“Cada voo dura de sete a nove horas para cobrir uma extensão de água de 75 000 km2 ou mais”, explica David Arthurs, da PolarView, que dirige a Plataforma Temática Polar para a ESA.

Monitorização de icebergs. Copyright Copernicus data (2014)/ESA/MyOcean/DMI

Monitorização de icebergs. Copyright Copernicus data (2014)/ESA/MyOcean/DMI

Mas os satélites oferecem uma visão ampla adicional dentro da área de serviço total de 1 300 000 km2. Os satélites de radar são extremamente bons na deteção de gelo no mar e icebergs, mesmo na presença de nuvens ou na escuridão.
“Esta tarefa acaba por ser feita muito mais rápida e facilmente através da nossa nova plataforma, que tem todos os principais dados de montagem e processamento numa única plataforma virtual. O seu valor real está em diminuir a distância entre os satélites em órbita e os usuários finais.
“A velocidade é muito importante: pretendemos obter esses resultados nas mãos da Patrulha do Gelo o mais rápido possível – dentro de um punhado de horas, no máximo“.

Previsão da trajetória de icebergs. Copyright Polar TEP, Polar View, C-CORE, Canadian Ice Service, Danish Meteorological Institute, International Ice Patrol

Previsão da trajetória de icebergs. Copyright Polar TEP, Polar View, C-CORE, Canadian Ice Service, Danish Meteorological Institute, International Ice Patrol

A plataforma virtual permite a extração fácil de informações de uma coleção de dados de satélites e modelos de computador, incluindo modelos de aparição e trajetória de icebergs, dados históricos, de currentes oceânicas e ventos relacionados com a Baía de Baffin, e produtos de gelo da Gronelândia a partir da Iniciativa de Mudança Climática da ESA.
As seis Plataformas Temáticas de Exploração da ESA permitem extrair conhecimentos de grandes conjuntos de dados ambientais produzidos pelo programa Europeu Copernicus e outros satélites de observação da Terra. Fonte: ESA

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Açores aos olhos do Sentinel https://www.nauticapress.com/acores-aos-olhos-do-sentinel/ https://www.nauticapress.com/acores-aos-olhos-do-sentinel/#respond Mon, 12 Oct 2015 14:45:31 +0000 http://www.nauticapress.com/?p=1000000011091 Esta imagem de radar, do satélite Sentinel-1, foi trabalhada de forma a que a água apareça a azul e o solo em tons terra. Nela estão representadas as ilhas açorianas do grupo central, Pico, Faial e São Jorge – a cerca de 1600 km a oeste de Lisboa. Bem visível o Pico, na ilha a que dá o nome, com 2351 m de altitude, o ponto mais alto de Portugal.
Na imagem é bem notória a diferença entre o relevo das ilhas, com vulcões e montanhas a destacarem-se claramente.
O Faial, ou ‘Ilha Azul’, tem uma área de 173 km², cerca de 15 mil habitantes, boa parte deles a viver na cidade da Horta. No século XVIII a caça à baleia trouxe frotas de caça à Horta. No século XIX já a Horta se tinha tornado num porto importante e escala dos iates que atravessavam o Atlântico.
Tal como as outras ilhas açorianas, o Faial é de origem vulcânica. Em 1957 ocorreu a grande erupção, a um quilómetro da costa, que lançou grandes quantidades de lava e cinza, formando uma ilhota que mais tarde ficou ligada à ilha principal por um istmo.
Com uma geografia única, São Jorge é longa e fina, com uma costa deslumbrante e muito sujeita à erosão do oceano.
A ilha tem 55 km de comprimento, com uma cadeia de montanhas na sua ‘coluna dorsal’. O ponto mais altos é o Pico da Esperança, nos 1053 metros de altitude. A ilha tem uma área de 246 km2, com uma diferença óbvia no relevo: a costa oeste é cheia de declives, enquanto a este é mais suave. O mesmo acontecendo a norte, com falésias pronuncaidas, enquanto o lado sul tem menos inclinação.
A ilha tem à volta de 9500 residentes, que têm um modo de vida relaxado. A inauguração dos portos e aeroportos em 1982 permitiu o crescimento das exportações, em particular do ‘queijo da ilha’, da lavoura, da pesca e do artesanato.
O Pico, com a sua montanha majestosa, tem na sua história a caça à baleia e o vinho. As vinhas do Pico são património da UNESCO. Onde também se pode apreciar a construção de barcos de madeira.
A caça à baleia deu lugar ao estudo da observação de baleias, golfinhos e outros mamíferos oceânicos. Uma vez que as erupções vulcânicas terminaram há 300 anos, o Pico é considerado inativo, o que acrescenta mistério e o transforma numa atração para os cientistas.
O Sentinel-1A tem estado em órbita desde Abril de 2014, monitorizando o ambiente marinho e mapeando as superfícies terrestres e aquáticas, entre outras aplicações. Fonte: ESA

Imagem: Copyright Copernicus Sentinel data (2015)/ESA

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O módulo de aterragem da Rosetta, Philae, acordou https://www.nauticapress.com/o-modulo-de-aterragem-da-rosetta-philae-acordou/ https://www.nauticapress.com/o-modulo-de-aterragem-da-rosetta-philae-acordou/#respond Mon, 15 Jun 2015 10:44:18 +0000 http://www.nauticapress.com/?p=1000000010218 O módulo de aterragem da Rosetta, Philae, acordou depois de sete meses de hibernação na superfície do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.
Os sinais foram recebidos no Centro de Operações da Agência Espacial Europeia, em Darmstadt, às 22:28 CEST de 13 de junho. Foram analisados mais de 300 pacotes de dados pelas equipas no Centro de Controlo do Lander, no Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR).
“O Philae está muito bem: tem uma temperature de operação de -35°C e há 24 Watts disponíveis,” explica o Gestor de Projeto para o Philae da DLR, Stephan Ulamec. “O lander está pronto para as operações.”
Durante 85 segundos o Philae ‘falou’ com a sua equipa no chão, através da Rosetta, naquele que foi o seu primeiro contacto desde que entrou em hibernação em novembro.
Pela análise dos dados de estado tornou-se claro que o Philae deve ter estado acordado antes: “recebemos dados históricos – mas até agora o lander não tinha sido capaz de nos contactar.”
Agora os cientistas aguardam o próximo contacto. Ainda há mais de 8000 pacotes de dados na memória do Philae que irão fornecer à equipa da DLR informação sobre o que aconteceu ao lander nos últimos dias no cometa 67P/Churymov-Gerasimenko.
O Philae desligou-se a 15 de novembro de 2014 às 1:15 CET depois de ter estado em operações no cometa por cerca de 60 horas. Desde 12 de março de 2015 que a unidade de comunicações no orbitador Rosetta está ligada, à espera de um sinal do módulo. Fonte: ESA

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