Vinho – Nauticapress https://www.nauticapress.com revista on-line Sat, 31 May 2025 07:22:10 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.3 Havendo Tempo: Adega de Borba assinala 70 anos com lançamento de um vinho que é uma ode à arte de saber esperar https://www.nauticapress.com/havendo-tempo-adega-de-borba-assinala-70-anos-com-lancamento-de-um-vinho-que-e-uma-ode-a-arte-de-saber-esperar/ https://www.nauticapress.com/havendo-tempo-adega-de-borba-assinala-70-anos-com-lancamento-de-um-vinho-que-e-uma-ode-a-arte-de-saber-esperar/#respond Sat, 31 May 2025 07:22:10 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000034638 Com edições limitadas em versões tinto e branco, Havendo Tempo presta homenagem à filosofia de vida das gentes alentejanas e ao tempo investido em cada garrafa, ao longo de sete décadas de história.

No ano em que celebra sete décadas de dedicação à vitivinicultura, a Adega de Borba lança Havendo Tempo, um vinho comemorativo que simboliza o valor da paciência, da tradição e do tempo como ingrediente essencial para alcançar a excelência. Disponível nas versões Tinto 2021 e Branco 2023, esta edição especial reflete o espírito da região e o saber acumulado ao longo de gerações.
Havendo Tempo é mais do que um vinho: é um tributo à forma como se vive e trabalha no Alentejo, com calma, atenção ao detalhe e respeito pelo ritmo da natureza. Produzido a partir de castas tradicionais da região e sujeito a estágios prolongados em barrica e garrafa, este vinho foi pensado para ser degustado com tempo – e em boa companhia.
Este vinho nasce do tempo que se respeita e do tempo que se guarda”, afirma Óscar Gato, enólogo da Adega de Borba. “Cada garrafa encerra o saber acumulado de décadas e a atenção que dedicamos a cada detalhe — desde a vinha até à cave. É um vinho pensado para quem sabe esperar”, prossegue, explicando que esta edição especial “carrega em si o tempo, não só no processo de criação, mas no próprio conceito que a inspira.

Havendo Tempo Branco 2023
Criado a partir das castas Roupeiro, Rabo de Ovelha e Arinto, apresenta cor citrina esverdeada, aromas a frutos cítricos e nêspera e um sabor frutado tropical, untuoso e fresco, com excelente persistência. Após fermentação, estagiou 6 meses em barricas de carvalho francês, americano e castanho, seguido de afinamento em inox e garrafa em cave escura. Ideal para acompanhar pratos de peixe gordo, entradas de vinagrete ou queijos de aroma intenso.

Havendo Tempo Tinto 2021
Fruto das castas Alicante Bouschet, Trincadeira e Alfrocheiro, provenientes de vinhas antigas de Borba, este vinho revela cor granada, aroma a compota de frutos negros, especiarias, ervas aromáticas e pimento, e um paladar aveludado, com taninos frutados e grande elegância. Estagiou 18 meses em barricas e tonéis de carvalho francês e americano, com afinamento em garrafa, conferindo-lhe estrutura e longevidade. Ideal para pratos regionais de borrego, cabrito ou caça de pelo.
Ambos os vinhos serão comercializados exclusivamente em caixas de madeira, numa edição comemorativa perfeita para guardar, nas seguintes apresentações:
– Havendo Tempo Branco 750ml
– Havendo Tempo Tinto 750ml, 1,5L e 3L
– Pack de 2 garrafas (1 branco + 1 tinto) – disponível brevemente.

Mais do que uma marca comemorativa, Havendo Tempo é um vinho com uma identidade, alma e profundidade que são, em si, uma expressão da essência do nosso percurso coletivo e da forma como a Adega evoluiu ao longo destes 70 anos: com raízes profundas na terra, encarando o futuro de olhos abertos, mas de pés assentes no Terroir, com visão coletiva e um compromisso constante com o tempo, com a qualidade e com a comunidade,” afirma Nuno Brito, diretor geral da Adega de Borba.
É um vinho que nasce da vontade de valorizar o tempo como espaço de partilha — de sabores, de histórias, de silêncios e de afetos. Havendo Tempo é, acima de tudo, um convite a abrandar. A deixar que o tempo nos envolva, como o vinho que respira no copo e se revela sem pressa”, sublinha João Manuel Mota Barroso, Presidente da Adega de Borba, concluindo: “É uma celebração do nosso Terroir e da importância de nos demorarmos naquilo que realmente importa. Seja na companhia de um bom vinho, seja, sobretudo, na companhia daqueles com quem o partilhamos. Porque o verdadeiro luxo, hoje, talvez seja esse mesmo: parar, saborear e simplesmente estar — com quem somos, com quem nos rodeia, com a terra que nos dá tudo aquilo de que precisamos. É isso que celebramos: a beleza de ter tempo.

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Vinhos da Quinta do Pôpa são oficialmente ‘Vegan Friendly’ https://www.nauticapress.com/vinhos-da-quinta-do-popa-sao-oficialmente-vegan-friendly/ https://www.nauticapress.com/vinhos-da-quinta-do-popa-sao-oficialmente-vegan-friendly/#respond Wed, 18 Mar 2020 09:54:40 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000022452 A Quinta do Pôpa – propriedade vinhateira duriense situada na EN 222, em Adorigo, no concelho de Tabuaço – é um projecto recente e que primou pela diferença, desde a sua génese. Um sonho carregado por Francisco Ferreira, conhecido como Pôpa; tornado embrião pelo seu filho “Zeca do Pôpa”, com a compra de parte da Quinta do Vidiedo, em 2003; e celebrado em 2010, aquando da entrada dos netos do Pôpa, os irmãos Stéphane e Vanessa. No que toca a conceitos Friendly, a Quinta do Pôpa é ‘Pet Friendly’ há uma mão cheia de anos. É agora a vez de os seus vinhos se oficializarem como ‘Vegan Friendly’.

A partir de Maio, os vinhos da Quinta do Pôpa vão poder envergar o BevVeg Vegan Trademark Symbol, um selo atribuído pela BevVeg! International, LLC, a maior entidade mundial habilitada a fazê-lo. Os vinhos da Quinta do Pôpa foram alvo de um processo de certificação exaustivo que permitiu atestar que o processo de produção vínica está isento do uso de produtos de origem animal.
Os vinhos da Quinta do Pôpa vão assim passar a constar de um “cadastro mundial” ou directório global de vinhos vegan, que pode ser consultado no site da BevVeg!, em www.bevveg.com, e na aplicação com o mesmo nome e actualmente com mais de um milhão de bebidas listadas. Ganham assim amplitude comunicacional e credibilidade, importante na decisão de compra.
Para a Quinta do Pôpa, esta é uma forma de produção mais consciente e que nos aproxima de um maior número de consumidores, porque não exclui os que se regem por uma conduta vegana, ou seja, que recusam o consumo de alimentos e produtos de origem animal.

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Gin e vinho bebem o nome do Monte que dá vida a este projeto alentejano https://www.nauticapress.com/gin-e-vinho-bebem-o-nome-do-monte-que-da-vida-a-este-projeto-alentejano/ https://www.nauticapress.com/gin-e-vinho-bebem-o-nome-do-monte-que-da-vida-a-este-projeto-alentejano/#respond Mon, 25 Mar 2019 10:15:51 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000020141 Natureza e romantismo de herdade centenária inspiram a criação do gin artesanal e dos vinhos do Monte da Bica.

O gin artesanal e os vinhos do Monte da Bica ganharam vida em Lavre, num Alentejo que inspirou e desafiou três empreendedores a apostarem neste projeto que pretende celebrar (e engarrafar) sabores e aromas daquela região.
O Bica Gin nasce de um desafio, de uma vontade, e da teimosia de dois jovens empreendedores – Paulo Martins, um cozinheiro de profissão e conhecedor dos botânicos e João Oliveira, um perito no seu conhecimento e paixão pelo Alentejo – que ao longo de dois anos pesquisaram, estudaram afinaram e testaram a receita que hoje tem um sabor especial. Receita esta que nasce da busca incessante pelos botânicos ideais e do romantismo de uma herdade alentejana centenária, propriedade de um dos sócios.
Nascido e criado no “Monte da Bica”, o gin, tal como o monte, foi buscar o seu nome à bica que ali existe há mais de 70 anos. «É deste monte alentejano que vêm muitos dos botânicos utilizados, e é desta bica que vem a água que foi a verdadeira fonte de inspiração deste inovador e desafiante gin artesanal.», afirma João Oliveira.
As fontes e barragens, os sobreiros, os pinheiros, os salgueiros, as tílias, as cearas, os cardos, as camomilas, o rosmaninho, as abelhas, o sol, o calor do verão e o frio do inverno foram as razões mais que suficientes para o que veio a seguir, a passagem para a agroindústria. E seguiu-se a necessidade de “cozinhar” a ideia final e concretizar o Bica Gin e, para isso, a máquina de destilação seria essencial para obter o resultado mais esperado.
Criado especialmente para a “Destilaria Monte da Bica” e desenhado pelos proprietários, com capacidade de 500l a banho-maria, aquecido a lenha numa fornalha em “tijolo de burro” e com lentilha de refluxo, o alambique é a peça fundamental para que o conceito se mantenha totalmente artesanal.
Só assim se consegue a pureza e a subtileza de um destilado, que desperta os cinco sentidos, numa relação simbiótica entre o homem e a máquina. E é desta harmonia entre os sabores do campo, a pureza água, a técnica da máquina e o saber do homem, que nasce o Bica Gin.

A par do gin, os vinhos são o mais recente desafio do Monte da Bica. Desta vez pela mão João Oliveira e do enólogo André Herrera, que colabora com o projeto desde 2016, e que é parte da história dos quatro vinhos que acabam de chegar ao mercado, com uma característica comum, a casta castelão que de início pensaram arrancar, e à qual acabaram por dar uma oportunidade. Que o castelão aproveitou!

Em agosto de 2016 a vinha não estava a amadurecer, e por isso começaram a tirar uvas para remover o castelão e, ao porem estas uvas no chão, viram uma segunda floração, as chamadas uvas netas, que vingaram e tiveram boa maturação.
Com isto, decidiram levar as netas, que foram as primeiras a ser colhidas e as primeiras a entrar na adega.
Mais tarde, em outubro, foi colhido o castelão, que mostrou um interessante requinte, que foi mote para arriscarem e seguirem em frente com este novo desafio. E afinal não arrancaram o castelão. E estavam escolhidos os nomes dos vinhos: os mais óbvios “Monte da Bica”, tinto e rosé, o “As Netas Chegaram Primeiro” e o “Afinal não arrancamos o Castelão”, que falam por si e contam a história de como nasceram!

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