Volvo Ocean Race 2017-18 – Nauticapress https://www.nauticapress.com revista on-line Wed, 07 Feb 2018 08:53:52 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.3 A 6ª etapa da Volvo Ocean Race para Auckland coloca novos desafios para os velejadores https://www.nauticapress.com/a-6a-etapa-da-volvo-ocean-race-para-auckland-coloca-novos-desafios-para-os-velejadores/ https://www.nauticapress.com/a-6a-etapa-da-volvo-ocean-race-para-auckland-coloca-novos-desafios-para-os-velejadores/#respond Wed, 07 Feb 2018 08:53:52 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000017557 A 6ª etapa conta com 6.100 milhas náuticas para levar a frota até Auckland, na Nova Zelândia. A frota começará por atravessar o Mar do sul da China até à ponta norte das Filipinas. Depois, segue para o Pacífico onde os espera um longo bordo para sudeste, evitando as muitas ilhas da Polinésia até chegarem a Auckland.

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

É mais uma etapa que será dominada pela estratégica passagem norte-sul dos Doldrums, que se mostrou tão decisiva na 4ª etapa até Hong Kong. E, claro, o sprint final para Auckland, na costa leste da Nova Zelândia, aqui temos visto muitas regatas de match-race ao longo dos anos, à medida que a frota se aproxima da Cidade das Velas.
O MAPFRE, líder da classificação geral, cruzará a linha de largada para Auckland com uma vantagem de quatro pontos em relação ao Dongfeng Race Team. Com mais uma passagem nos Doldrums, os dois skippers vêem o risco potencial da etapa.
“A etapa para Auckland, é o que eu chamo de etapa complicada”, disse Charles Capudrelier, skipper do Dongfeng. “Nós temos que atravessar os Doldrums, sabemos que é complicado e um pouco aleatório, estamos preocupados em não apanhar uma nuvem ruim desta vez.
“Mas, também é uma das melhores etapas quando você chega a Auckland, que é um lugar fantástico onde as pessoas realmente conhecem regatas offshore e adoram esta competição”.
O skipper espanhol Xabi Fernández conhece na primeira pessoa o desafio que os Doldrums representam, como foi o caso na 4ª etapa, de um sólido começo, para o palco transformado numa batalha perdida com as nuvens e um resultado decepcionante.
“Todos sabemos o quão difícil são os Doldrums, e como na última vez para nós ainda foi mais difícil”, disse Fernández. “Nós estávamos um pouco separados dos líderes, e em 10 ou 15 horas foi doloroso ver os outros a fugir …”
A previsão para o horário de início das 11:00 de hoje, de quarta-feira em Hong Kong, é para um vento de 12-15 nós de Nordeste, condições ideais para levar a frota em direção a Auckland. Mas, à medida que a frota avança, ventos mais fortes são previstos nos primeiros dias.
“São sempre notórias estas condições”, disse Dee Caffari skipper do Turn the Tide on Plastic. “Lembro-me, na última edição quando saímos de Sanya (China) tivemos um vento contra semelhante, condições duras através do Estreito de Luzon. Então, é o mesmo novamente desta vez.
“Também é um pouco enganador, já que quase tivemos que nos afastar da Nova Zelândia antes de apontar o barco e dirigir-nos para lá. Psicologicamente também é uma etapa dura.
Isto marcará a 11ª vez que a regata visita a Nova Zelândia, e a 10ª vez que para em Auckland. Muitos vão olhar para a Nova Zelândia como um lar espiritual da Volvo Ocean Race, com mais de 350 velejadores Kiwis que participaram na regata desde 1977.
Seis equipas vão largar de Hong Kong, o Vestas 11th Hour Racing emitiu um comunicado na segunda-feira, a informar que não vão poder participar nesta etapa.

A etapa começa às 11:00 horas locais em Hong Kong (03:00 UTC), dia 7 de fevereiro

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Leste ou oeste – faça sua escolha! https://www.nauticapress.com/leste-ou-oeste-faca-sua-escolha/ https://www.nauticapress.com/leste-ou-oeste-faca-sua-escolha/#respond Wed, 03 Jan 2018 15:42:50 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000017266 À medida que a frota passa por Sydney, há uma divisão leste / oeste – mas qual lado vai pagar?

©Brian Carlin/Volvo Ocean Race

©Brian Carlin/Volvo Ocean Race

Com menos de 48 horas decorridas na 4ª etapa da Volvo Ocean Race, as táticas já estão a começar a aparecer entre os sete barcos, e já se trava uma batalha na costa leste da Austrália.
Uma separação de 80 milhas de leste a oeste desenvolveu-se perto Sydney, com os segundos classificados, Dongfeng Race Team, a liderar por muito pouco.
As velocidades da frota estão em cerca de 20 nós, no relatório das 13:00 GMT, continuando a navegação rápida e molhada nas 6.000 milhas que separam Melbourne de Hong Kong.
O Vestas 11th Hour Racing e os líderes da prova, MAPFRE, estão a esculpir uma rota a apenas 20 milhas da costa, enquanto o Turn the Tide on Plastic, a equipa mais a oriente, estava a mais de 70 milhas da costa.
Chris Nicholson, chefe de guarda no AkzoNobel, revelou que o trio a leste está à procura de um ganho extra proporcionado por uma corrente inversa.
Nós mantemos a nossa atenção numa pressão que pode entrar numa semana, e sempre dissemos que se o vento entrar, então poderá ser uma boa opção“, disse ele. “É obviamente o que Dongfeng, o Turn the Tide e nós estamos à procura. É bom para a equipa estar na frente, mas a chave da etapa vai ser manter isso dia após dia. Nós ainda não demos provas nessa área até agora“.
Apenas algumas milhas mais adiante, o Turn the Tide on Plastic avança sob a orientação da skipper Dee Caffari e do navegador Brian Thompson, que substitui Nico Lunven nesta etapa.
Está tudo bem – estamos todos à vista uns dos outros“, disse o veterano velejador oceânico Brian Thompson. “Foi difícil navegar com um vento forte na saída, e tivemos um forte vento pela frente na noite passada“, acrescentou. “Nós ainda estamos próximos de todos, e é isso que esperamos agora“.
O forte ritmo inicial está previsto para continuar nos próximos dias, à medida que a frota ruma a norte, impulsionada pela brisa favorável resultante de um sistema de altas pressões sobre a Austrália central, e uma depressão que se está a formar sobre a Nova Zelândia.
Com boas condições a frota pode chegar às Ilhas Salomão, a leste de Papua Nova Guiné e aos Doldrums dentro de alguns dias.
Entretanto, as equipas estão a dar tudo por tudo, numa tentativa de obter alguma vantagem que pode vir a ser muito útil no desenrolar da 4ª etapa.
Foi sem parar nos últimos dias“, disse Stacey Jackson, do Vestas 11th Hour Racing. “Nós fizemos alguns bordos curtos com os sete barcos a cruzar-se à frente e atrás. Fio só nas últimas horas que nos espalhamos um pouco. O tempo indicará qual lado vai pagar“.

4ª etapa – Classificação geral – Quarta 3 de janeiro (Dia 2) – 14:30 UTC
1 – Dongfeng Race Team – distância até ao final – 5.006,47 milhas náuticas
2 – AkzoNobel +2,95 milhas náuticas
3 – Turn the Tide on Plastic +9,52
4 – Vestas/11th Hour Racing +11,00
5 – Mapfre +11,36
6 – Sun Hung Kai / Scallywag +16,22
7 – Team Brunel +18,12

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A sentir os Mares do Sul https://www.nauticapress.com/a-sentir-os-mares-do-sul/ https://www.nauticapress.com/a-sentir-os-mares-do-sul/#respond Fri, 15 Dec 2017 05:55:12 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000017176 Nesta quinta-feira (14.12.17) as equipas da Volvo Ocean Race começaram a sentir a violência dos Mares do sul, o Oceano Austral, sobretudo quando lhes caíram em cima ventos de até 50 nós e têm pela frente ondas montruosas.

©Jeremie Lecaudey/Volvo Ocean Race

©Jeremie Lecaudey/Volvo Ocean Race

O sistema de baixa pressão profunda que se vem a formar nos últimos dias já engoliu as sete equipas, forçando-as a mudar para um modo de regata mais conservador.
No entanto, as velocidades dos barcos chegaram até uns incríveis 38 nós, com os Volvo Ocean 65s a serem empurrados pela frente destas enormes ondas.
O sistema de baixa pressão é vasto, estendendo-se quase 1.500 milhas náuticas da desde a ponta da África do Sul, a apenas algumas centenas de quilómetros ao norte da Antártica. Representa o maior desafio até agora no Volvo Ocean Race 2017-18, e embora a 3ª etapa que liga a Cidade do Cabo a Melbourne ainda esteja nos primeiros dias, as decisões que as equipas tomarem agora podem ter sérias consequências nos resultados finais.
Às 1300 UTC, o Dongfeng continuou a liderar a frota desde a sua posição mais a sul, apenas sete milhas acima da Zona de Exclusão de Gelo da Antártica (AIEZ), estabelecida pelo Race Control.
Dez milhas a norte, o MAPFRE continua a perseguição, com o Vestas 11th Hour Racing cerca de 50 milhas atrás deles.
As condições estão enormes“, disse o leme do Vestas 11th Hour Racing, Mark Towill, quando a equipa sentiu rajadas de 53 nós de vento durante a noite. “Nós tivemos 30 a 40 nós nas últimas 24 horas – estamos a ir disparados à popa. Estas são as condições dos Mares do sul, mas também é divertido. Sabíamos ao que vínhamos, e não demorou a encontrar
Oitenta milhas atrás do MAPFRE, a equipa do Simeon Tienpont, Akzonobel, foi forçada a abrandar depois de sofrer danos na calha que anexa a vela grande ao mastro.
O navegador Jules Salter, informou que o dano ocorreu quando navegavam com 35 nós de vento e um mar muito grande.
Durante uma cambadela de estibordo para bombordo, a calha que liga a vela maior ao mastro ficou danificada em dois lugares“, leia uma declaração da equipa. “Os tripulantes conseguiram baixar a vela grande e afastar o barco do AIEZ, e continuamos na luta usando apenas as velas da proa.
Não há relatos de ferimentos a bordo como resultado da avaria, e a tripulação está em contato com o Race Control da Volvo Ocean Race e a equipa de terra, para ver que opções de reparação estão disponíveis“.
Quase 250 milhas ao norte, o Team Sun Hung Kai / Scallywag estavam a evitar o pior do tempo, trocando de posições com o Turn the Tide on Plastic – mas mesmo não conseguiram escapar.
Por que todos nós devemos falar sobre isto?”, o skipper David Witt perguntava, meio na brincadeira. “Nós achamos que somos duros ou algo assim? Eu não entendi! Somos todos “Mares do sul, Oceano Austral”. Estou no Oceano Antártico “.
O Turn the Tide on Plastic, também não ganhou para o susto quando um alarme de “homem ao mar” soou no meio da noite, mas felizmente foi um falso alarme falso e toda a tripulação estava a bordo.

©Jen Edney/Volvo Ocean Race

©Jen Edney/Volvo Ocean Race

3ª etapa – Classificação – Quinta-feira 14 de dezembro (Dia 5) – 13:00 UTC
1 – Donfeng Race Team – distância até ao final – 4.237,5 milhas náuticas
2 – MAPFRE +8,7 milhas náuticas
3 – Vestas 11th Hour Racing +59.3
4 – Brunel +105.1
5 – AkzoNobel +121.8
6 – Turn the Tide on Plastic +153.6
7 – Sun Hung Kai / Scallywag +185.2

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Os tripulantes da Volvo Ocean Race preparam-se para iniciar uma etapa especial em Cape Town https://www.nauticapress.com/os-tripulantes-da-volvo-ocean-race-preparam-se-para-iniciar-uma-etapa-especial-em-cape-town/ https://www.nauticapress.com/os-tripulantes-da-volvo-ocean-race-preparam-se-para-iniciar-uma-etapa-especial-em-cape-town/#respond Sun, 10 Dec 2017 10:10:08 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000017096 Ventos fortes são previstos para o início da 3ª etapa da Volvo Ocean Race no domingo à tarde, na Cidade do Cabo, com o famoso “Cape Doctor” – um vento forte de sudeste – a fazer uma visita durante o fim de semana.

Na manhã de sábado, o “Cape Doctor” apareceu em casa trazendo 40 nós de vento constantes, e pelo menos uma rajada de mais de 60 nós foi registada. Espera-se que o vento caia um pouco para o início da regata no domingo, mas prevê-se que os ventos permaneçam na faixa de 25 a 35 nós.
Vai estar muito duro para começar”, diz o navegador da Vestas 11th Hour Racing, Simon Fisher. “Vento muito forte de sudeste e, em seguida quando chegarmos para ao mar, tudo estará mais tranquilo. Isso irá suavizar um pouco, a nossa entrada no mar aberto, mas depois estamos rapidamente nos mares Austrais. Vai ser uma perna intensa em geral “.
Pode ser muito ventoso durante a primeira semana e com velocidades muito altas”, concordou Charles Caudrelier, skipper da equipa dDongfeng. “Eu acho que vai ser uma perna fantástica“.
A 3ª etapa, da Cidade do Cabo a Melbourne, Austrália é um percurso de 6.500 milhas náuticas. A rota leva as equipas para os “Roaring Forties”, a área ao sul de 40 graus de latitude, onde as massas de ar cercam a Antártida, sem impedimentos por qualquer massa terrestre. As ondas muito grandes, os ventos fortes, as tempestades e as temperaturas geladas são uma característica diária.
Devemos lembrar que é o final da primavera, estamos apenas no início do verão e o inverno acabou de passar no Hemisfério Sul, de modo que a água ainda está muito fria“, disse o veterano da corrida, Bouwe Bekking, o skipper do Team Brunel.
Eu acho que a coisa mais assustadora, são as depressões ainda tão fortes … a quantidade de pressão que está no ar é uma coisa enorme. E, claro, as temperaturas da água – espero que com os limites de gelo não encontremos gelo – mas se a água é apenas alguns graus acima do ponto de congelamento e com uma brisa do sul, você pode ter moluscos no mastro algumas vezes . Nós já passamos por isso no passado … Quando fazíamos essa perna nos velhos tempos, essa era a etapa que provocava maiores danos. Os barcos hoje são mais fortes do que dantes, mas ainda assim as coisas podem partir “.
Decidir quando aumentar a velocidade, e quando reduzir para proteger a tripulação e o equipamento é um equilíbrio delicado. As apostas são ainda maiores, pois esta é a primeira etapa com pontos a dobrar. O vencedor da 3ª etapa irá receber 15 pontos (7 x 2 = 14 mais um bónus de 1 ponto).
Eu acho que temos muita experiência na nossa tripulação, e temos que confiar nessa experiência nos Oceanos do Sul”, explicou Charlie Enright, skipper do Vestas 11th Hour Racing, falando sobre encontrar o equilíbrio de acelerar e abrandar. “Não é apenas sobre os pontos, é o fato de não tirarmos o barco da água em Melbourne, são as condições pesadas no Oceano Indico, porque você não queremos partir nada … Para terminar em primeiro, você tem que chegar em primeiro“.
Para Xabi Fernández, skipper do MAPFRE, líder da regata, a escala na Cidade do Cabo proporcionou uma excelente oportunidade para recarregar baterias.
Após a primeira etapa longa (Lisboa para a Cidade do Cabo), é sempre importante estar na frente”, disse ele. “Nós estamos felizes como equipa. Tivemos uma boa estadia. O barco está em grande forma e a equipa também está bem, por isso estamos prontos para arrancar “.
O início da 3ª etapa está programado para as 14 horas da Cidade do Cabo, 12:00 UTC, e será transmitido ao vivo em www.volvooceanrace.com, na nossa página do Facebook e na aplicação para dispositivos móveis. Com a previsão de ventos fortes, a partida da Cidade do Cabo será rápida e os links para as transmissões ao vivo da largada podem ser comprometidos.

Entrevista com o português Antonio Fontes (POR), novo navegador do Sun Hung Kai/Scallywag

 



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Millions of tiny particles of plastic have been detected in European waters https://www.nauticapress.com/millions-of-tiny-particles-of-plastic-have-been-detected-in-european-waters/ https://www.nauticapress.com/millions-of-tiny-particles-of-plastic-have-been-detected-in-european-waters/#respond Thu, 07 Dec 2017 17:33:07 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000017052 Millions of tiny particles of plastic have been detected in European waters in ground breaking scientific research conducted as part of the Volvo Ocean Race.

Cape Town stopover. Bruce Parker-Forsyth during the Ocean Summit. 07 December, 2017. © Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

Cape Town stopover. Bruce Parker-Forsyth during the Ocean Summit. 07 December, 2017. © Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

The scientific research, using data collected by Race team ‘Turn the Tide on Plastic’, identified over three million micro plastic particles per square kilometre of ocean.
The sub-surface data on micro plastic pollution levels was collected using a state-of-the-art instrument on board their Volvo Ocean 65 racing yacht.
The initial results, gathered during the Prologue stage and Leg 1 of the Race, between Lisbon and Alicante, were presented by Dr Toste Tanhua during the first morning of the two-day Volvo Ocean Race Ocean Summit, held in the event’s Cape Town stopover on Thursday. The samples collected during Leg 2 are currently being analysed and results will be revealed in due course.
Our initial findings suggest that the levels of micro plastic in the ocean are significantly higher than we first expected,” said Tanhua, who works at GEOMAR, an ocean research institute in Kiel, Germany.
This is alarming as the micro plastic not only harms a wide range of marine life, but, through entering the food chain, in species such as tuna and mackerel, can cause harm to humans, too.”
Micro plastic is small particles of plastic often invisible to the naked eye – and can take thousands of years to degrade.
Tanhua continued: “Existing scientific data only accounts for around 1% of all plastic in the ocean – but thanks to the support of Volvo Ocean Race and Volvo Cars, and the efforts of the Turn the Tide on Plastic team in conducting this research, we’re building a knowledge base which is essential to ocean science around the globe.
The Volvo Ocean Race Science Programme is funded by Volvo Cars, who are donating €100 from the first 3,000 sales of the new V90 Cross Country Volvo Ocean Race edition to support the initiative.

Cape Town stopover. Niklas Kilberg and Dr Toste Tanhua during the Ocean Summit. 07 December, 2017. © Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

Cape Town stopover. Niklas Kilberg and Dr Toste Tanhua during the Ocean Summit. 07 December, 2017. © Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

Consisting of three key pillars, meteorological data collection, scientific drifter buoy deployment, and on board analysis of key metrics for ocean health including salinity, partial pressure of CO2, dissolved CO2 and Chlorophyll-a, the Science Programme aims to create a snapshot of the health of the oceans to help scientists worldwide.
Niklas Kilberg, Director of Sustainability Coordination & Communication at Volvo Cars, said: “The Volvo Ocean Race isn’t just a world-class sailing race, it’s a scientific expedition. The Science Programme is fully aligned with Volvo’s approach to sustainability, and we’re very proud to support the boats in their mission as they race in often remote oceans inaccessible to scientists.
The Volvo Ocean Race Cape Town Ocean Summit is the second in a series of seven events bringing together business, sports, politics and science around the world during the 2017-18 edition.
Speakers included The Ocean Cleanup founder Boyan Slat, WWF’s John Duncan and Volvo Ocean Race skippers, Vestas 11th Hour Racing’s Charlie Enright and Turn the Tide on Plastic’s Dee Caffari.
This is a ground breaking project, bringing sport and science together,” said Caffari, who is leading the team amplifying the United Nations Environment Clean Seas campaign. “As round-the-world sailors, we have seen first hand the growing problem of marine debris and plastic pollution – and now we are collecting reference data for scientists around the globe.
She continued: “The power that the Race’s sustainability focus and this Ocean Summit are having in Cape Town is incredible, and it’s fantastic to see the enthusiasm in the Host Cities that we visit.
“People are doing the little things – refusing plastic bags, disposable coffee cups and drinking straws – and through these very simple actions, we can make a big impact.

Seven teams compete in the round-the-world race – dubbed the toughest test of a team in professional sport – racing 45,000 nautical miles and visiting 12 Host Cities on six continents. The next leg of the Race, from Cape Town, South Africa, to Melbourne, Australia, will see the fleet depart on Sunday 10 December and race some 6,500 nautical miles over an expected 16 days.

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MAPFRE vence uma épica 2ª etapa da Volvo Ocean Race https://www.nauticapress.com/mapfre-vence-uma-epica-2a-etapa-da-volvo-ocean-race/ https://www.nauticapress.com/mapfre-vence-uma-epica-2a-etapa-da-volvo-ocean-race/#respond Sun, 26 Nov 2017 11:42:37 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000016967 A equipa espanhola do MAPFRE venceu a 2ª eta da da Volvo Ocean Race, uma maratona de 7.000 milhas náuticas que ligou Lisboa, Portugal à Cidade do Cabo, África do Sul.

Tripulação Mapfre. ©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

Tripulação Mapfre. ©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

É incrível, estamos super felizes. Chegamos aqui inteiros e na frente dos outros, não podemos pedir mais”, disse o skipper Xabi Fernández momentos depois de terminar.
“Isto é o que veremos ao redor do mundo. Regatas muito competitivas, todos têm boa velocidade e os pequenos erros saem muito caros. Desta vez, tivemos sorte, pois cometemos menos erros, e é por isso que ganhamos“.

Chegada à Cidade do Cabo. ©Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

Chegada à Cidade do Cabo. ©Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

Durante a maior parte da primeira metade da etapa, na longa descida para o sul, o MAPFRE esteve atrás do Dongfeng, mas no fim de semana passado depois de cruzar os Doldrums, o navegador Juan Vila e o skipper Xabi Fernández fizeram o movimento vencedor, uma rápida cambadela para sudoeste que o Dongfeng não cobriu.
Em poucas horas a decisão deu frutos, e o MAPFRE ganhou uma vantagem tática que nunca abandonaria durante a última semana da etapa.
A equipa ganha 8 pontos pela vitória na 2ª etapa (7 pontos, mais um ponto de bónus pela vitória), o que é suficiente para ficar a liderar a classificação geral, independentemente das posições das restantes equipas.
Na 2ª etapa, o MAPFRE navegou 7,886.5 milhas náuticas a uma velocidade média de 17,3 nós.

SHK / Scallywag vence na chegada ao photo finish o Turn Turner Tide on Plastic, e termina em sexto lugar – AkzoNobel foi quinto
Como numa corrida de velocidade, apenas metros separaram o sexto do sétimo lugar na chegada à Cidade do Cabo ,um final épico da segunda etapa da Volvo Ocean Race…

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

O AkzoNobel, obteve este sábado (25.11.2017) à noite o quinto lugar na segunda etapa da Volvo Ocean Race, a equipa controlou os nervos quando o vento caiu e rodou perto da linha de chegada, com os dois barcos que vinham atrás a aproximar-se rapidamente e a menos de 4 milhas de distância.
Não é frequente que um quinto lugar pareça uma vitória, mas, a batalha foi tão renhida com o SHK / Scallywag e o Turn the Tide on Plastic, que este é um resultado, Simeon Tienpont estava contente.
Tivemos que lutar todo o percurso“, disse Tienpont. “É óbvio que é decepcionante não termos aguentado a brisa, mas foi positivo para todos. Ninguém ficou triste, e tivemos uma grande competição de vela até ao final. Estou muito feliz por ter terminado em quinto,com uma competição tão renhida“.
Atrás do AkzoNobel, a etapa ainda não tinha terminado e a disputa pelo sexto lugar foi ainda mais intensa.

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

©Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

Na aproximação à Cidade do Cabo, o Sun Hung Kai / Scallywag, do skipper David Witt, conseguiu ganhar duas milhas ao Turn the Tide on Plastic de Dee Caffari. Mas já sob influência da Table Mountain, o vento ficou incerto e sempre a mudar de direção, com isto a vantagem foi anulada.
No final, Caffari terminou a menos de 0,1 milhas náuticas – menos de 200 metros – numa etapa de 7.000 milhas náuticas. Mas a sua equipa simplesmente não conseguiu encontrar uma maneira de os passar,

©Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

©Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race

Nós tivemos o Scallywag no nosso horizonte desde a passagem do equador, e esse resultado não é o que merecemos. Nós merecemos mais, estou triste pelos meus tripulantes“, disse Caffari.
Nós hoje perdemos duas milhas para eles, e depois conseguimos recuperar até poucos metros. Fair play para os nossos tripulantes por terem tentado tudo, e é por isso que eu queria que o resultado fosse outro “.
Witt e sua equipa suportaram o assalto final, e depois de navegar à vista do Turn the Tide on Plastic na maior parte da etapa, puderam finalmente respirar, cruzando a linha de chegada com um pouco mais de um minuto de avanço.
Todos estavam bem. Ninguém desiste “, disse Witt, rindo em homenagem à sua equipa. “Nós somos sólidos. Temos bom caráter. Temos que ficar juntos, continuar a lutar e melhorar “.
Com as sete equipas agora em terra, o vencedor da 2ª etapa,o MAPFRE também está no topo da tabela de classificação geral, apenas com um ponto de vantagem sobreo Vestas 11th Hour Racing. O Dongfeng Race Team está dois pontos a trás.
As equipas terão agora um merecido descanso, antes da regata In-Port a 8 de dezembro. A 3ª etapa da Volvo Ocean Race, que vai ligar a Cidade do Cabo até Melbourne, começa no dia 10 de dezembro.

2ª etapa – Resultados Provisórios – sábado 25 de novembro (Dia 21) às 00:18 UTC

MAPFRE – TERMINADO – 15: 10.33 UTC – 19 dias, 01h: 10m: 33s
Dongfeng Race Team – TERMINADO – 18: 02.39 UTC – 19 dias, 04h: 02m: 39s
Vestas 11th Hour Racing – TERMINADO – 19: 37.53 UTC – 19 dias, 05h: 37m: 53s
Team Brunel – TERMINADO – 00: 14.47 UTC – 19 dias, 10h: 14m: 47s
Team AkzoNobel – TERMINADO – 21 : 24.40 UTC – 20 dias, 07h: 24m: 40s
Sun Hung Kai / Scallywag – TERMINADO – 21: 55.21 UTC – 20 dias, 07h: 55m: 21s
Turnthe Tide on Plastic – TERMINADO – 21 : 56.29 UTC – 20 dias, 07h: 56m: 29s

Volvo Ocean Race – Quadro da classificação geral

MAPFRE – TERMINADO – 14 pontos (após a 2ª etapa)
Vestas 11th Hour Racing – TERMINADO – 13 pontos (após a 2ª etapa)
Dongfeng Race Team – TERMINADO – 11 pontos (após a 2ª etapa)
Team AkzoNobel – TERMINADO – 7 pontos (após a 2ª etapa)
Equipe Brunel – TERMINADO – 6 pontos (após a 2ª etapa)
Sun Hung Kai / Scallywag – FINECIDO – 5 pontos (após a 2ª etapa )
Turn the Tide on Plastic – FINALIZADO – 2 pontos (após a 2ª etapa

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A aguentar, quando faltam 24 horas para a chegada! https://www.nauticapress.com/a-aguentar-quando-faltam-24-horas-para-a-chegada/ https://www.nauticapress.com/a-aguentar-quando-faltam-24-horas-para-a-chegada/#respond Thu, 23 Nov 2017 11:28:41 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000016963 A equipa espanhola MAPFRE continua a liderar a 2ª etapa da Volvo Ocean Race, cautelosamente manteve um olho nos seus adversários e outro na Cidade do Cabo, quando faltam cerca de 500 milhas náuticas para a linha de chegada.

©Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race

©Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race

Na verdade, a 500 milhas para cruzar linha de chegada na Cidade do Cabo, apenas 30 milhas separam os três primeiros barcos, no entanto, o relatório das 0700 GMT revelou que o MAPFRE continua bastante rápido, mantendo a distância para os seus mais diretos perseguidores.
Apesar desta vantagem, o navegador do MAPFRE Joan Vila, disse que a equipa estava muito consciente do potencial de ataque dos seus adversários.
Primeiro é uma posição difícil de defender – estamos apenas a fazer o que parece ser melhor para nós”, disse ele. “A transição para a frente parece boa, mas estamos um pouco nervosos pois os ventos podem ser mais fracos do que o previsto. Ainda assim, a etapa está longe de terminar. Parece que com os nossos adversários estátudobem. Dongfeng, Vestas e Brunel tiveram os seus momentos. Todos eles podem ser ameaças potenciais para a nossa liderança “.
Perguntamos se ele sente que o MAPFRE pode manter a liderança, Vila estava cautelosamente otimista.
Se todos os planos saírem como previstos, provavelmente sim, mas o tempo não é uma ciência exata”, disse ele. “Vamos ver como vai ser, mas nunca podemosestar 100% certos”.
O barco português Turn The Tide On Plastic, com o velejador Frederico Melo a bordo, continua a lutar pela quinta posição com o AkzoNobel e o Sun Hung Kai / Scallywag

2ª etapa – Relatório de Posição – Quinta-feira 23 de novembro (Dia 19) – 07:00 UTC
MAPFRE – distância até ao final – 538,17 milhas náuticas
Dongfeng Race Team +25,16
Vestas 11th Hour Racing +29.14
Team Brunel +67,58
AkzoNobel +285.42
Turn The Tide On Plastic +288.18
Sun Hung Kai / Scallywag – Stealth Mode

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Volvo Ocean Race 2017/18- Powered by Mastervolt https://www.nauticapress.com/volvo-ocean-race-201718-powered-by-mastervolt/ https://www.nauticapress.com/volvo-ocean-race-201718-powered-by-mastervolt/#respond Wed, 22 Nov 2017 10:41:29 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000016936 A Mastervolt, líder mundial em Sistemas Elétricos e Componentes Marítimos, foi nomeado fornecedor dedicado da Volvo Ocean Race 2017-18.
Todas as embarcações participantes serão alimentadas pelo mesmo sistema elétrico inovador, centrado nas famosas Baterias de Iões de Lítio da Mastervolt e Sistema de Controlo Digital Czone.
As instalações sustentáveis da Mastervolt fornecem eletricidade a todos os sistemas, desde a quilha basculante ao dessalinizador ao centro de comunicações mídia.

Ao pormenor
– Cada uma das embarcações Volvo Ocean 65 participantes possuem duas Baterias de Iões de Lítio MLI Ultra 24/5000, garantindo uma potência total de baterias de 10 kWh.

– As baterias têm uma fonte primária de carga através de dois alternadores Mastervolt 24/150 A, regulados por dois reguladores de carga Alpha Pro, capazes de carregar as baterias de Iões de Lítio em apenas uma hora. Para além disso, todas as embarcações estão equipadas com um sistema de carga alimentado por água.

– Cada embarcação está equipada com um Distribuidor DC 500, que protege os cabos com fusíveis e gera um alarme sempre que um fusível rebente.

– A monitorização de baterias é fornecido via o MasterShunt e os shunts internos integrados no interior das baterias. Estes componentes fornecem informação crítica do sistema que é comunicada via MasterBus e a ligação CZone Bridge para o ecrã tátil CZone Touch 5 e para os displays localizados na estação de governo e cabine.

– Existe uma monitorização de sistema compreensiva, fornecida pela rede CZone, que emite alarmes sonoros e visuais sempre que sejam necessárias ações.

– A rede CZone também alimenta os sistemas de navegação, comunicação e hidráulicos equipados na embarcação.

– Quando em porto, o processo de carga das baterias é disponibilizada por um carregador ChargeMaster 24/30-3 da Mastervolt. Independentemente da rede disponível (90-265 V, 50 ou 60 Hz), o ChargeMaster poderá carregar as baterias em qualquer parte do mundo.

– Diagnósticos detalhados do sistema e informações para resolução de problemas são fornecidos remotamente por parte da equipa técnica da Mastervolt, via software Master Adjust, Ferramenta de Configuração CZone e Mastervolt QS.
A Mastervolt é representada em Portugal pela empresa Nautiradar.

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Aumenta a pressão! https://www.nauticapress.com/aumenta-a-pressao/ https://www.nauticapress.com/aumenta-a-pressao/#respond Tue, 21 Nov 2017 08:37:29 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000016892 Após mais um fim de semana tranquilo para os que estão em terra, aproxima-se a batalha final do Atlântico Sul, com a frota da Volvo Ocean Race a menos de 1500 milhas da Cidade do Cabo.
Chegou a hora dos navegadores e dos skippers encontrarem a rota certa, e os ventos de feição para chegar ao Cabo. Toda a frota ruma agora para este, com o Mapfre a liderar tendo o Brunel por perto. Com o aumento do vento também sobem as velocidades, o Vestas 11th Hour Racing persegue o duo da frente e vai a fazer 20/25 nós, com 30 de vento.
Na cauda do pelotão, o Scallywag e o Turn The Tide On Plastic continuam um verdadeiro “match racing” no Atlântico Sul, como escreveu a skipper Dee Caffari
“Finalmente conseguimos separar-nos do Scallywag por algumas horas e estivemos cerca de 30 milhas afastados, mas acabamos por nos cruzar novamente por estibordo. É incrível como estamos tão perto tanto tempo!
Foi uma prova de match racing no Hemisfério Sul, “ disse Caffari
“Os que estão mais a sul estão mais rápidos, como previsto, mas todos nós estamos com boa pressão de vento, e o tamanho das ondas também aumentou com o vento. É sempre complicado quando navegamos à noite, pois tudo parece muito pior no escuro, é tudo mais fácil até começar a cair a noite.
“A Cidade do Cabo parece que se está a aproximar , e vamos manter este rumo por um bom bocado.”

©Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race

©Ugo Fonolla/Volvo Ocean Race

2ª etapa – Classificações – Segunda-feira 20 de novembro (dia 15) – 07:00 UTC
MAPFRE — distancia para o final – 1954,53milhas náuticas
Team Brunel +35,56
Vestas 11th Hour Racing +41,63
Dongfeng Race Team +48.75
team AkzoNobel +69,76
Sun Hung Kai/Scallywag +90,12
Turn the Tide on Plastic +92,97

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Largada espectacular de Lisboa https://www.nauticapress.com/largada-espectacular-de-lisboa/ https://www.nauticapress.com/largada-espectacular-de-lisboa/#respond Mon, 06 Nov 2017 08:56:56 +0000 https://www.nauticapress.com/?p=1000000016782 Foi absolutamente sensacional a largada para a Etapa 2 da Volvo Ocean Race 2017-2018, que liga Lisboa à Cidade do Cabo, na África do Sul. O vento soprou de Nordeste, entre os 14 e os 18 nós, na despedida da capital portuguesa com o Dongfeng a liderar a frota à saída do Rio Tejo.

©Jesus Renedo/Volvo Ocean Race

©Jesus Renedo/Volvo Ocean Race

O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, esteve a bordo do Turn the Tide on Plastic e foi um dos “jumpers” do dia, tendo cumprido o percurso que levou a frota até à Praça do Comércio, saltando para a água minutos antes dos barcos saírem de Lisboa em direção à África do Sul: “Foi excelente fazer esta entrada no Tejo com as embarcações já em regata e depois a passagem pelo Terreiro do Paço para a saída do rio é um momento único. Ver Lisboa a partir do Tejo e destas embarcações, a velocidade que atingem e o seu comportamento é verdadeiramente magnífico”, afirma Fernando Medina: “Acho que todos estavam encantados com esta largada, com centenas de pessoas nos barcos, milhares nas margens e um dia fantástico.
Luísa Mirpuri, mulher de Paulo Mirpuri, Presidente da Mirpuri Foundation, e o ator britânico Ben Fogle também saltaram do barco português, que tem como skipper a britânica Dee Caffari. O surfista Tiago Pires, o motard Hélder Rodrigues e a velejadora Joana Pratas também mergulharam no Rio Tejo.
Na tripulação segue Frederico Melo que está na tripulação do Turn the Tide on Plastic para cumprir as cerca de 5 mil milhas náuticas e os mais de 20 dias do percurso entre Lisboa e a Cidade do Cabo: “Estou motivado. Vai ser uma aventura. Nunca passei o que vou passar nos próximos dias, mas estou confiante nas pessoas que vão a bordo, vamos tomar conta uns dos outros e vai correr tudo bem”, afirmou antes da largada. A praxe da passagem do Equador não assusta o velejador nacional: “Vou chegar com menos cabelo, se calhar sem uma sobrancelha, mas vai ser interessante. Somos seis no barco, que vamos ser praxados por isso esperemos que seja curto.
Esta vai ser a aventura da minha vida. Às vezes tenho de me puxar para baixo porque me sinto a andar nas nuvens cada dia em que estou aqui. Vinha cá como visitante, sempre tive o sonho. O meu pai dizia que tinha de candidatar-me e eu respondia que não tinha experiência. Por sorte, surgiu esta oportunidade através da Mirpuri Foundation e cá estou para abraçá-la”, conclui Frederico Melo.

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